Chego ao Alentejo como se percorresse uma paisagem dentro de mim. Desde miúdo que conheço este abrigo seguro, este esconderijo de luz.
A cal não tem cor. É luz fóssil aprisionada numa concha imaginária. Cresce com o tempo, como uma espécie de pele das casas, camada sobre camada.



20140629

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3 comentários:

  1. Qué linda foto, José! Me encanta el reflejo en la ventana!

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  2. ... :) é como se o essencial se concentrasse de facto aí

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